Quem ministra treinamento de NR conhece a rotina: turma encerrada, lista de presença na mão, e a tarde seguinte inteira montando certificado um por um. Depois, meses depois, alguém pede a comprovação de um treinamento específico e começa a caça ao arquivo.
Os dois problemas têm a mesma raiz: o certificado é tratado como um arquivo, não como um registro.
Antes de tudo: o que a Certivo faz e o que não faz
Dito isso, é justamente a camada que costuma consumir mais tempo manual, e a que aparece na hora da auditoria.
O que o certificado de treinamento precisa carregar
Independente da norma, um certificado de treinamento de segurança tem que responder sozinho a quatro perguntas:
- Quem foi treinado: nome completo, e quando fizer sentido, documento.
- Em quê: a norma e o tema do treinamento (NR-35: Trabalho em Altura, NR-10: Segurança em Instalações Elétricas, e assim por diante).
- Por quanto tempo: a carga horária, que é o dado mais cobrado e o mais esquecido.
- Quando e por quem: data de emissão e a organização responsável.
Na Certivo esses viram campos dinâmicos do modelo: você posiciona uma vez e cada certificado da turma se preenche a partir da sua lista. Nome do participante, nome do evento, período, carga horária, data de emissão, código de verificação e QR Code estão todos disponíveis.
Um modelo por norma
Em vez de um modelo genérico que você edita a cada turma, vale ter um por norma. O texto de corpo muda pouco, mas muda: o que se afirma num certificado de NR-35 não é o que se afirma num de NR-33.
Monte o modelo da NR-35 uma vez, com a identidade da sua empresa, e ele serve para todas as turmas daquela norma. A carga horária continua vindo da lista, então turmas de 8h e de 40h usam o mesmo modelo.
Da turma encerrada ao certificado entregue
- Importe a turma: suba a lista em CSV com nome, e-mail e, se usar, o documento. Até 5.000 participantes por importação.
- Aplique o modelo da norma: os campos se preenchem sozinhos para cada participante.
- Emita em massa: um clique gera a turma inteira, cada certificado com código próprio e QR Code.
- Envie por e-mail e acompanhe na aba Entregas quem recebeu, quem deu bounce e quem precisa de reenvio.
A parte que importa na auditoria
É aqui que o formato digital muda o jogo. Cada certificado tem uma página pública de validação: o auditor, o cliente ou o RH da contratante abre e confere a autenticidade, a organização emissora, a data e a carga horária, sem depender de você atender o telefone.
Na prática, isso inverte o ônus. Em vez de você produzir a comprovação sob demanda, a comprovação já está publicada e vinculada ao certificado que a pessoa recebeu.
E se um certificado saiu errado (nome trocado, carga horária incorreta), dá para invalidar (a página passa a mostrar “Invalidado”) ou reemitir, que gera o novo e invalida o anterior automaticamente.
Resumindo
Nome, norma, carga horária, data e emissor: os cinco dados que não podem faltar. Um modelo por norma, emissão em lote a partir da lista, e uma página pública para cada certificado. O trabalho manual sai; a comprovação fica.
